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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Deus Geômetra
Do século XIII, é a mais importante bíblia ilustrada medieval.
Na idade média a Igreja fez uso de imagens como meio de instrução, livros eram muito caros por ser manuscritos, então os textos eram selecionados e transmitidos com imagens e explicações morais.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
A Cruz de Toulouse – Erroneamente chamada de Cruz Cátara
A Cruz de Toulouse – Erroneamente chamada de Cruz Cátara
.
Esse brasão era da família de St-Gilles, da Casa de Tolosa na idade média.
Armas dos Condes de Toulouse. Walford's Roll, Parte1, c.1275. Oxford: Versão II, Leland's. Bodleian MS Top Gen C1 (3117), coletânea Lelandii.
A moderna (1960) estela na montanha: A inscrição em francês traduz: estela erigida pela Sociedade de Estudos e memória Cátara, Primavera 1960.
A Cruz de Toulouse é muitas vezes referida, em especial por serviço turísticos, como o como a “Cruz Cátara”.
Não há nenhuma justificação para isto. O Cátaros detestaram todas as representações da Cruz Cristã.
Eles consideraram isto não mais que um instrumento de tortura - e achou adoração de um instrumento de tortura tão ofensivo quanto fazem os racionalistas modernos.
A ideia de que Cátaros poderia ter adotado qualquer forma de cruz não é sustentável pela evidência, e é impossível dadas as suas crenças. Você pode ter certeza de que quem fala com você sobre Cruzes Cátaras, ou tentar vender-lhe uma, não sabe nada sobre a Cruz de Toulouse, os Cátaros, ou a história do Languedoc.
Embora seja um erro ao remeter para a Cruz Toulouse como uma "Cruz Cátara", por uma coincidência, é em termos de heráldica, literalmente (Cruz Vazia) uma idéia que corresponde bem a Teologia Cátara, uma vez que os Cátaros acreditavam que Jesus não foi crucificado.
Não há nenhuma justificação para isto. O Cátaros detestaram todas as representações da Cruz Cristã.
Eles consideraram isto não mais que um instrumento de tortura - e achou adoração de um instrumento de tortura tão ofensivo quanto fazem os racionalistas modernos.
A ideia de que Cátaros poderia ter adotado qualquer forma de cruz não é sustentável pela evidência, e é impossível dadas as suas crenças. Você pode ter certeza de que quem fala com você sobre Cruzes Cátaras, ou tentar vender-lhe uma, não sabe nada sobre a Cruz de Toulouse, os Cátaros, ou a história do Languedoc.
Embora seja um erro ao remeter para a Cruz Toulouse como uma "Cruz Cátara", por uma coincidência, é em termos de heráldica, literalmente (Cruz Vazia) uma idéia que corresponde bem a Teologia Cátara, uma vez que os Cátaros acreditavam que Jesus não foi crucificado.
Esse tipo de cruz também as vezes é apresentada como Cruz Cátara.
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terça-feira, 2 de junho de 2009
Símbolos Cristãos ou Maçônicos ?
Irei atualizar esse artigo paulatinamente para inserir maiores informações sobre alguns símbolos que foram usados no cristianismo e são associados a maçonaria.
Zodíaco: o zodíaco representando as constelações, Deus sobre o tempo e a história, podemos encontrar em mosteiros beneditinos.
Triângulo com olho no centro (conhecido também como "olho que tudo vê" que associam ao olho de hórus) : aparece também na iconografia bizantina como uma representação da Trindade, onicisnciência da presença divina.
O Tau Franciscano: tem um significado bíblico (Ezequiel 9, 1-7) e extra bíblico, perfeição meta propósito, que não se afasta também do seu significado salvífico da cruz primitiva. Apesar de não ter sido criado São Francisco herdou e atualizou seu significado. [1]
O Pelicano: foi usado também para representar Jesus, seu sacrifício, ele é citado na bíblia (Salmo 102) e na sua forma extra bíblico também era conhecido como pássaro que alimenta suas crias com seu próprio sangue até a morte se necessário.

Esquadro, compasso, régua marrete, etc.:
A igreja de são José dos carpinteiros, mantida pela confraria da bandeira do patriarca São José dos carpinteiros e pedreiros de Lisboa tem todos esses símbolos, representam instrumentos de heráldica dos ofícios mecânicos.
Existe também outros símbolos ligados ao ofício de alfaiate. [2]
Caveira: GÓLGOTA
O termo aramaico significa "lugar do crânio"ou da caveira (em latim Calvaria, donde "Calvário"); é o lugar onde Jesus foi crucificado (Mateus 27,33 João 19,17). Era uma pequena colina, fora dos muros de Jerusalém, onde os condenados eram executados. [3]
______
[1] http://www.franciscanos.org.br/carisma/simbolos/tau.php
[2]
Laghans, Corporação dos ofícios mecânicos
Sons, formas, cores e movimentos na modernidade Atlântica
Por Júnia Ferreira Furtado, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, Universidade Federal de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em História
[3] Dicionário Bíblico: http://www.bibliacatolica.com.br/dicionario/7.php
Anexo
Os Símbolos
Impedidos de professar a fé abertamente, os cristãos serviam-se de símbolos, que pintavam nas paredes das catacumbas e, com mais freqüência, gravavam nas placas de mármore que lacravam as sepulturas.
Os símbolos e afrescos são como um Evangelho, um sumário da fé cristã.
Ao transformar-se na religião do império romano, o cristianismo guardou muito dessa arte primitiva, que foi reformulada a partir de controvérsias teológicas, que disciplinaram a linguagem simbólica ou icônica.
Os símbolos cristãos mais importantes são:
o Bom Pastor com a ovelha nos ombros representa Cristo Salvador e a alma salva por Ele. Esse símbolo está freqüentemente presente nos afrescos, nos relevos dos sarcófagos, nas sepulturas e estátuas;
a orante: essa figura representada com os braços abertos simboliza a alma que já vive na paz divina;
Agnus Dei: o sacrifício de Cristo;
Áspide : o pecado, segundo o Salmo 90, 13;
Alfa e ômega : a primeira e a última letra do alfabeto grego, significam a eternidade de Deus ou Cristo, início e fim de todas as coisas;
Monograma de Cristo - formado por duas letras do alfabeto grego, o X (qui) e o P (rô), entrelaçados. São as duas primeiras letras da palavra grega “Christòs”, isto é, Cristo. O monograma, colocado numa sepultura, indicava que o defunto era cristão;
Unicórnio, a pureza e castidade de Maria;
Peixe, Cristo - Em grego diz-se IXOYC (iquitìs). As letras dessa palavra dispostas verticalmente formam um acróstico: Iesùs Christòs Theòu Uiòs Soteèr = Jesus Cristo Filho de Deus Salvador. Acróstico é uma palavra grega que significa a primeira letra de cada linha ou parágrafo. É um símbolo, emblema e compêndio da fé cristã.
Cruz, o sacrifício de Cristo;
Cruz, coração, âncora, fé, amor, esperança;
a âncora é o símbolo da salvação, símbolo da alma que felizmente chegou ao porto da eternidade;
riângulo com um olho, a Santíssima Trindade;
Pelicano (aquele que, segundo a lenda alimenta os seus filhotes com a carne do peito), o amor desinteressado;
Pavão (segundo a lenda, imputrescível), a ressurreição da carne.”;
a pomba, com o ramo de oliveira no bico simboliza a alma na paz divina;
a fênix, pássaro mítico da Arábia, que segundo a crença dos antigos ressurge de suas cinzas depois de um determinado número de séculos, é o símbolo da ressurreição.
Entre estes símbolos, a cruz, como ícone de Cristo e da redenção dos cristãos, tem ao longo do tempo, recebido novas formas de representação.
Em contrapartida à obscuridade, à perseguição e ao acanhamento de espaços da época anterior ao Edito de Milão, a arte cristã manifesta-se nos séculos IV e V, através de técnicas mais ricas. Daí chamar-se Arte Triunfal.
http://www.diretoriodearte.com/
O que foi o Edito de Milão?
02 de abril de 2006
Juan Chapa
Nos primeiros anos do Séc. IV, os cristãos foram de novo perseguidos com furor. No ano de 303, com Galério à cabeça, o imperador Diocleciano, decretou o fato que ficou conhecido como a "grande perseguição", na tentativa de restaurar a unidade estatal, ameaçada, segundo ele, pelo constante crescimento do cristianismo.
Entre outras coisas ordenou que fossem demolidas todas as igrejas cristãs, queimadas as cópias da Bíblia, as autoridades eclesiásticas levadas à morte, todos os cristãos privados dos cargos públicos e os direitos civis, teriam que fazer sacrifícios aos deuses sob pena de morte, etc. Dada a ineficácia destas medidas para terminar com o cristianismo, Galério, por motivos de clemência e de oportunidade política promulgou no dia 30 de abril de 311 o decreto da indulgência, por meio do qual terminavam as perseguições anticristãs. Os cristãos passaram a ter reconhecimento legal e liberdade para celebrar reuniões e construir templos.
Mais detalhes: http://www.opusdei.org.br/art.php?p=1635
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Cruz Patriarcal - Cruz Primitiva Templária - Cruz de Caravaca
A Cruz de dois braços horizontais é a típica Cruz Patriarcal:
Patriarca
É o chefe de uma raça, clã, família.
Aparece na Septuaginta para chefes de tribos.
Exemplo em I Crônicas 24:31; 27:22, II Crônicas 23:20 etc.
No novo testamento em Hebreus 7:4 aplicado a Abraão como uma versão do seu título "Pai de muitas Nações", Gênesis 17:4, para Davi em Atos 2:29 e para os Doze filhos de Jacó em Atos 7:8-9.
As cabeças das tribos foram "Os Doze Patriarcas", no entanto a palavra também pode ser usada com um sentido geral, Pais da Antiga Lei, Santos, Profetas.
(ref.: newadvent.org)
Sobre a Cruz
A serpente sendo criação de Deus por si mesma é boa (Gen, I, 25), mas pode simbolizar também o demônio pelo seus modos e veneno, e neste aspecto é amaldiçoada (Gen, III, 14), e ainda pode ser um sinal de Deus, como fez moisés, segundo ordem de Javé (Num, XXI, 8-9).
Da mesma maneira a Cruz é um símbolo de suplício, mas também é para os Cristãos um símbolo da salvação.
A devoção a Cruz de Caravaca foi muito difundida na idade média e moderna.
(ref.:montfort.org.br)
Origem e Tradição de Aparição da Cruz de Caravaca
"LIGNUM CRUCIS"
CRUZ DE CARAVACA
"LIGNUM CRUCIS"
CRUZ DE CARAVACA
Origem:
La Cruz de Caravaca es un ¨lignum crucis¨, es decir, un fragmento de la verdadera cruz a la que Jesús Nuestro Señor fue crucificado. Se conserva en un relicario con forma de cruz de doble brazo horizontal, (de 7 y 10 cms) y de 17 cms. de alto. Tiene forma y tamaño de un pectoral grande.
Según la tradición perteneció al patriarca Roberto de Jerusalén, primer obispo de la ciudad santa una vez conquistada a los musulmanes por la primera cruzada (1099). Ciento treinta años más tarde (1229), en la sexta cruzada, durante la estancia en Jerusalén del emperador Federico II, un obispo, sucesor de Roberto en el patriarcado, tenía posesión de la reliquia. Dos años después la cruz estaba milagrosamente en Caravaca.
Tradição de sua Aparição:
La Santa Cruz apareció en el Castillo-Alcázar de Caravaca el 3 de mayo de 1232. En aquel tiempo, reinaba Fernando III el Santo en Castilla y León, y de Jaime I en Aragón. El reino taifa de Murcia estaba regido por el famoso Ibn-Hud, que se reveló contra los almohades y dominó gran parte de Al-Andalus. Es, pues, en pleno territorio y dominación musulmana, cuando se narra el hecho.
Entre los cristianos prisioneros de los musulmanes estaba el sacerdote Ginés Pérez Chirinos que, venido de Cuenca, predicaba el evangelio a la morisma. El sayid interrogó a los cautivos sobre sus respectivos oficios. El sacerdote contestó que el suyo era celebrar la misa, suscitando la curiosidad del musulmán, el cual dispuso lo necesario para presenciar dicho acto litúrgico en el salón principal del Alcázar. Al poco el sacerdote se detuvo y dijo que no podía continuar por faltar en el altar el crucifijo. Y fue al momento cuando, por la ventana del salón, dos ángeles transportaron un ¨lignum crucis¨ que depositaron en el altar, y así se pudo continuar la Santa Misa. Ante la maravillosa aparición, el sayid y toda la corte se bautizaron. Después se comprobó que la cruz era del patriarca de Jerusalén.
La Stma. Cruz a lo largo de la historia
Alhamar-al-nasrí del reino de Granada aprovechó la muerte del taifa Ben´Hud de Murcia para amenazar al nuevo taifa murciano. Este recurrió al vasallaje de Fernando II, rey de Castilla y León. Así, en 1243, el infante Alfonso (futuro Alfonso X) vino a Murcia y tomó posesión del territorio. De este modo Caravaca pasó a ser un fuerte bastión cristiano en la línea del territorio interior. Caravaca se constituye en cabecera militar y religiosa de la Comarca y de las tierras fronterizas. La Cruz contribuye de una manera decisiva a dar identidad a estos territorios y se erige en un centro de irradiación de luz espiritual. De este modo la Vera Cruz marca este espacio fronterizo.
La aparición de la Cruz en Caravaca ocurre en la época de la instauración de la nueva frontera de Castilla-León frente a la Granada musulmana, con la incorporación del reino taifa de Murcia a la soberanía cristiana. La aparición de la cruz en Caravaca inspiró al nacimiento de las órdenes militares para luchar por la reconquista
Los cristianos que llegaban a esta tierra se sentían como ¨tocados y cobijados¨ por una fuerza sagrada. De ahí que muchos liberados del cautiverio acudieran a depositar sus cadenas, como exvotos, a la pequeña capilla interior de la fortaleza, en donde custodiaba la Cruz la Orden militar encargada del Castillo.
Templários
La orden militar de los Templarios fue la primera que custodió y defendió el castillo y la Cruz, después de unos años de posesión directa por las tropas castellanas. Hay dos teorías sobre la fecha de su venida.
La primera afirma que fue en 1244, al someterse todo el territorio murciano al vasallaje cristiano.
La segunda afirma que fue en 1265-1266, al acabar la sublevación mudéjar del territorio murciano ya castellano.
El Temple venía con las huestes de Jaime I de Aragón que ayudó a su yerno Alfonso el Sabio a someter la rebeldía.
El rey Aragonés, educado por la Orden y amigo de ella, le otorgó casa y huerto en Murcia. Después, el rey Alfonso le donó el territorio caravaqueño. El Temple estuvo en Caravaca alrededor de 46 años.
Desaparecido el Temple, la baylía de Caravaca fue dada por Alfonso XI a los santiaguistas (1344), que ocupaban ya la frontera oriental y parte de la central frente a Granada.
La Orden permaneció aquí hasta la abolición de todas las Ordenes en 1868.
Ya desde época muy temprana hay un reconocimiento oficial por parte de la Iglesia hacia la Cruz de Caravaca. El Padre Cuenca, en su historia sobre la Santísima Cruz (escrita en 1722), afirma que apenas ha habido algún Pontífice que no haya concedido alguna gracia o indulgencia a la Cruz. Podemos citar, entre otros, la bula del Papa Clemente VII (1392). Así mismo podemos enumerar el decreto de Clemente VIII (1597), el de Paulo V (1606), las bulas de los Papas Alejandro VIII (1690) y Clemente XI (1705). En 1736 se concede a la Cruz el culto de latría. Léon XIII, en el 4 de diciembre de 1893, ratifica los mismos privilegios de los siglos XV y XVII.
El nombre oficial con el que se denomina a la Reliquia en los documentos es el de ¨Vera Cruz¨, nombre bien significativo, relacionado con el Temple, pues en donde hubo templarios aparece frecuentemente el título de Vera Cruz. Desde la Edad Media se la conoce con este nombre específico: la Vera Cruz de Caravaca, es decir, la verdadera cruz. El título, juntamente con el de Santa, solamente se aplicaba al leño de Jerusalén, encontrado en el siglo IV por Constantino o por su madre Santa Elena.
Tras la unificación de España y el descubrimiento de nuevas tierras, la Santa Cruz de Caravaca, continuó siendo signo de la fe que inspiró el avance del Evangelio. A Caravaca vinieron numerosas Ordenes religiosas: san Juan de la Cruz y santa Teresa de Jesús fundaron respectivos conventos, existentes actualmente. También se instalaron aquí los Jerónimos, franciscanos y jesuitas. Muchos misioneros eran residentes de Caravaca o pasaron por aquí en camino a las misiones en diversas partes del mundo, con lo que la devoción a la Cruz creció rápidamente, abarcando los confines de un Imperio donde no se ponía el sol.
Desde California a la tierra de Fuego es conocida la Cruz de Caravaca. Su conocimiento llega hasta Filipinas, porque en 1668 misioneros españoles llevaron reproducciones a petición de los cristianos existentes allí. En Europa fueron los jesuitas sobre todo los que extendieron su conocimiento: no olvidemos que en Caravaca fundaron un colegio con noviciado. En Polonia existe una reproducción de la Cruz en el museo de la Universidad de Cracovia y otra en la catedral de Gniezno. Hacia 1600 comienza su extensión por Alemania: existe un trabajo fotográfico donde se recogen las distintas imágenes de la Cruz en distintas iglesias de la región de Hohenzollern. En Francia existe también algún libro sobre la Cruz, editado en Lyon (en 1653) y varia reproducciones en la región de Limoges. En los Países Bajos (Bruselas) también es conocida. Desde Roma piden cruces en 1606. También es conocida en Inglaterra, en donde hay muchas reproducciones y escritos sobre la misma.
PEREGRINACIONES Y JUBILEOS
El antiguo carácter peregrinante de la Cruz se formalizó con la concesión de Jubileos especiales concedidos a los visitantes de la Santa Cruz. Ya en 1583 y 1621 se conceden Jubileos para la fiesta de la Cruz. En 1768 hay también dos breves de Clemente XIII, que a los ruegos de la Cofradía de la Cruz, otorga varios privilegios para las principales fiestas referente a la Cruz que se celebran en Caravaca. Destacan los concedidos a los que visiten el Santuario el 3 en mayo (festividad principal) con indulgencia plenaria para los que allí oren por la paz entre los príncipes cristianos.
La Cruz de Caravaca en la Epoca Contemporánea
Debido a la invasión napoleónica, la Cruz fue trasladada desde el castillo a la parroquia del Salvador y allí fue ocultada en una caja enterrada para evitar la rapiña de los franceses. Aquí estuvo desde 1809 hasta quizás 1818, ya que el Castillo fue fortificado para uso militar y la iglesia ocupada en estos menesteres. En el Salvador se celebraría cada año el "Baño del Vino" con la Reliquia. Se evitó el robo de la Cruz durante la estancia de las tropas francesas en Caravaca, pero no el de la custodia, regalo del marqués de los Vélez, la cual fue recuperada después. Durante todo el siglo XIX y principios del XX se estructuran definitivamente todos los rituales de la Cruz y las formas de las celebraciones de mayo en su honor, que es el armazón de las fiestas conmemorativas actuales.
El hecho más lamentable de toda la historia de la Cruz y de Caravaca fue el acaecido en la noche-madrugada del día doce al trece de febrero de 1934. Fue un robo sacrílego de carácter político-religioso que dejó consternada a la ciudad durante algunos años. Era el miércoles de ceniza cuando, por la mañana, se descubrió el sagrario abierto y vacío sin la Reliquia, habiendo dejado los ladrones la caja-estuche del siglo XIV en donde se guardaba la Cruz. A las 9 del día trece corrió la noticia y la tensión suscitada fue enorme. Las diligencias y pesquisas judiciales y policiales no dieron resultado positivo.
Después de la guerra del 1936-39, las dependencias del Castillo fueron usadas como cárcel de presos políticos hasta el 1941, quedando posteriormente todo el recinto en estado de abandono, cerrado y sin culto religioso. Se suscitó un deseo grande de conseguir una nueva reliquia. Las gestiones dieron como resultado que el papa Pío XII concediese a Caravaca dos pequeñas astillas del “lignum crucis” que Santa Elena, madre del emperador Constantino, trajo de Jerusalén a Roma en la primera mitad del siglo IV.
La tradición de regalar cruces de Caravaca
El regalo de la imagen de la Cruz de Caravaca, es una costumbre generalizada en Caravaca para diferentes ocasiones pero sobre todo en el momento de declaración sentimental. Se tiene constancia por una carta de Santa Teresa de Avila a la madre María de S. José, que la santa recibió una Cruz de Caravaca en 1576 como regalo de sus monjas de aquí (Cruz que actualmente se encuentra en el convento de Carmelitas Descalzas de Bruselas, Bélgica).
Mal uso de esta Cruz en algunos lugares
En ciertos lugares de Latino América esta santa Cruz ha sido tomada, como otros muchos signos cristianos, por la brujería y el esoterismo.
En ciertos lugares de Latino América esta santa Cruz ha sido tomada, como otros muchos signos cristianos, por la brujería y el esoterismo.
MAS DETALLES HISTORICOS SOBRE LA CRUZ DE CARAVACA...
Los documentos originales sobre el milagro han desaparecido. Existe el testimonio de Fray gil de Zamora, Francisco, cronista de San Fernando, a quien acompañó, sin duda, en la visita que el
santo rey hizo a la villa de Caravaca. Durante su estancia en allí, pudo Fray Gil conversar con los testigos oculares de la aparición y oir de sus labios la narración de lo acontecido. Existe otro testimonio de D. Antonio de Oncala canónigo de Avila, que murió en 1558, también relata la historia de la aparición de la cruz de Caravaca.
Todos los relatos coinciden en lo esencial. Si fue Fernando III el Santo el que fue a Caravaca sería porque esa zona pertenecía a Castilla y León y no a Aragón, donde la reconquista la realizó
D. Jaime I el Conquistador. Además la conquista de Murcia la llevó a cabo Alfonso X el Sabio, hijo de Fernando III el Sabio.
Existían varios reyezuelos o sayid musulmanes en distintos reinos, unos de esos era el sayid Zey Abucey, que al convertirse tomó el nombre de Vicente Bellvis, y su esposa Aixa. Según la historia los almohades y el rey Zey Abucey, era uno de ellos, entraron en la península hacia el 1171 y van reconquistando los antiguos reinos de taifas. en este contexto podemos entender que Zey abucey era señor de Valencia y de Caravaca y que en la Taifa de Murcia estuviese otro reyezuelo musulman Ben-Hud.
Fonte: http://www.corazones.org/lugares/espana/
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Pelicano

O pelicano era conhecido como pássaro que alimenta suas crias com o próprio sangue até a morte se necessário.
Por analogia desde do séc.IV o pelicano é símbolo do Sacrifício de Cristo na Cruz para salvação dos homens, da eucaristia, da doação de si. Por isso é um pássaro sagrado para os Cristãos.
O pelicano, também era um dos símbolos que faziam reconhecer túmulos cristãos.
"Sou como um pelicano no deserto" -Salmo 102

ADORO TE DEVOTE
Eu te adoro com afeto, Deus oculto,
que te escondes nestas aparências.
A ti sujeita-se o meu coração por inteiro
e desfalece ao te contemplar.
A vista, o tato e o gosto não te alcançam,
mas só com o ouvir-te firmemente creio.
Creio em tudo o que disse o Filho de Deus,
nada mais verdadeiro do que esta Palavra da Verdade.
Na cruz estava oculta somente a tua divindade,
mas aqui se esconde também a humanidade.
Eu, porém, crendo e confessando ambas,
peço-te o que pediu o ladrão arrependido.
Tal como Tomé, também eu não vejo as tuas chagas,
mas confesso, Senhor, que és o meu Deus;
faz-me crer sempre mais em ti,
esperar em ti, amar-te.
Ó memorial da morte do Senhor,
pão vivo que dás vida ao homem,
faz que meu pensamento sempre de ti viva,
e que sempre lhe seja doce este saber.
Senhor Jesus, terno pelicano,
lava-me a mim, imundo, com teu sangue,
do qual uma só gota já pode
salvar o mundo de todos os pecados.
Jesus, a quem agora vejo sob véus,
peço-te que se cumpra o que mais anseio:
que vendo o teu rosto descoberto,
seja eu feliz contemplando a tua glória.
(Em Santo Tomás de Aquino, século XIII, Sobre Eucaristia)
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